Arriscando a própria pele

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Para Taleb, arriscar a própria pele diz respeito principalmente a justiça, honra e sacrifício, fundamentais para a própria existência dos seres humanos. “Nada de músculos sem força, amizade sem confiança, opinião sem consequência, mudança sem estética, idade sem valores, vida sem esforço, água sem sede, comida sem nutrição, amor sem sacrifício, poder sem justiça, fatos sem rigor, estatística sem lógica, matemática sem prova, ensino sem experiência, polidez sem afeto, valores sem corporeidade, diplomas sem erudição, militarismo sem moral, progresso sem civilização, amizade sem investimento, virtude sem risco, probabilidade sem ergodicidade, riqueza sem exposição, complicação sem profundidade, fluência sem conteúdo, decisão sem assimetria, ciência sem ceticismo, religião sem tolerância, e, acima de tudo: nada sem arriscar a própria pele.” “Nunca confie em alguém que não arrisca a própria pele”, diz Taleb. Por que não devemos escutar pessoas que só falam em vez de agir? Por que empresas entram em falência? Por que existem mais escravos hoje do que nos tempos romanos? Por que impor a democracia em outros países nunca funciona? A resposta: muitas das pessoas que estão no comando do mundo não arriscam a própria pele.


Neste livro provocativo, Nassim Nicholas Taleb mostra que colocar a pele em jogo se aplica a todos os aspectos da vida. Tem a ver com ter algo a perder e correr riscos. Em seu estilo belicoso e inimitável, Taleb cria uma estrutura surpreendente para entendermos esta ideia. Assim como A lógica do cisne negro na crise financeira de 2007, Arriscando a própria pele chega, em 2018, no momento exato para nos desafiar e nos fazer repensar tudo aquilo que imaginávamos saber.

Arriscando a própria pele

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